Vamos Ler e Unimed PG auxiliam no combate à dengue em Irati | aRede
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Vamos Ler e Unimed PG auxiliam no combate à dengue em Irati

Trabalho com a videoaula do projeto e cooperativa de saúde, unindo entrevistas e ação jornalística com agentes de saúde, levaram quinto ano B da Escola João Paulo II a entender a importância e profundidade do tema

VÍDEO
Confira os recortes do papo entre educandos e as profissionais da saúde | Autor: Divulgação

Dhiego Tchmolo

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O quinto ano B da Escola Municipal João Paulo II, em Irati, da professora Camila Biranoski, desenvolveu uma atividade de conscientização sobre a dengue, com uso da videoaula do Vamos Ler – Geração Digital e Unimed Ponta Grossa acerca da temática. A docente comenta os principais tópicos da proposta.

“Com o objetivo de transformar o aprendizado em prática social, a turma realizou uma entrevista exclusiva com as agentes de saúde Luciane Endyl Costa de Lara e Ana Lúcia Oleinik, unindo conhecimento científico, expressão artística e habilidades linguísticas. O projeto foi estruturado através de diferentes componentes curriculares, permitindo uma visão completa sobre o problema”, aponta a educadora.

Segundo Camila, os alunos mergulharam no estudo do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. A conversa com as agendas permitiu que a turma compreendesse não apenas como o agente transmissor nasce, mas como os hábitos da própria comunidade podem favorecer ou impedir sua reprodução.

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  • Veja a série de registros da ampla proposta em sala de aula.
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“A turma trabalhou o gênero textual entrevista: os alunos foram responsáveis por elaborar um roteiro de perguntas, praticar a escuta ativa durante a visita e, posteriormente, redigir textos informativos para sistematizar o que foi aprendido. (Em Arte) a criatividade foi usada como ferramenta de prevenção. Por meio da criação de cartazes educativos, os alunos exploraram o uso de cores, imagens impactantes e frases de efeito (slogans) para comunicar a mensagem de combate ao foco do mosquito de forma clara e atrativa”, relata a professora.

Para complementar, a docente pontua que a oportunidade de conversar com as profissionais de saúde foi o ponto alto da atividade. Os alunos puderam sanar dúvidas específicas, como ‘quais são os esconderijos menos óbvios do mosquito em nossas casas?’, ‘como identificar corretamente os sintomas iniciais da doença?' e ‘qual o papel do agente de saúde nas visitas domiciliares e como a população pode colaborar?’.

“Mais do que uma atividade de sala de aula, essa iniciativa transformou os alunos em multiplicadores de conhecimento. Ao produzirem seus próprios textos e cartazes baseados em informações reais e técnicas, as crianças assumem o papel de protagonistas na proteção de suas famílias e vizinhos”, conclui a educadora.

Acesse o blog escolar da Escola João Paulo II clicando aqui.

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