Pais são presos por torturar bebês com mordidas e cigarro nas costas | aRede
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Pais são presos por torturar bebês com mordidas e cigarro nas costas

Casal foi preso em Samambaia (DF), por tortura e lesão corporal gravíssima contra as próprias filhas

O casal foi autuado pelos crimes de tortura e lesão corporal gravíssima
O casal foi autuado pelos crimes de tortura e lesão corporal gravíssima -

Publicado Por Milena Batista

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Um casal foi preso nessa segunda-feira (9) por tortura e lesão corporal gravíssima contra as próprias filhas, uma de 1 ano e 7 meses e outra de apenas 7 meses. A mãe e o pai das vítimas foram capturados em Samambaia Norte (DF), por policiais civis da 26ª Delegacia de Polícia. No hospital, após o resgate das crianças, a equipe médica constatou que elas eram mordidas, queimadas por cigarro e estavam cheias de hematomas.

O caso foi comunicado pelo Conselho Tutelar, que apontou fortes indícios de maus-tratos envolvendo as menores.

Quadro clínico grave

No local, os agentes encontraram as crianças com um quadro clínico bem grave. A menor, de aproximadamente 7 meses, foi encaminhada com urgência a uma unidade hospitalar.

Conforme relatório médico preliminar, a bebê apresentava hematomas extensos nos membros superiores e inferiores, lacerações na região do lábio inferior e no couro cabeludo, além de lesões compatíveis com queimaduras, possivelmente provocadas pelo apagamento de cigarro sobre a pele.

Exames de imagem apontaram:

mordidas humanas adultas;

múltiplos hematomas corporais;

queimadura por objeto quente (provável cigarro);

lacerações antigas e recentes no couro cabeludo;

fratura de costelas;

possível fratura craniana (osso parietal);

fratura de rádio.

Diante da situação, o casal foi autuado pelos crimes de tortura e lesão corporal gravíssima, permanecendo à disposição da Justiça.

As investigações prosseguem com o objetivo de apurar todas as circunstâncias dos fatos, inclusive a dinâmica das agressões e eventual participação de terceiros.

As crianças permanecem sob acompanhamento médico especializado, além de estarem sendo assistidas pelos órgãos de proteção à infância, que acompanham o caso de forma integrada.

Informações: Metrópoles

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