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Cão Orelha: mãe de adolescente suspeito nega ocultação de provas

Investigadores apontam intervenção de familiares no dia em que o jovem retornou a Florianópolis de uma viagem ao exterior

A morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, provocou comoção em todo o país
A morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, provocou comoção em todo o país -

Publicado por Lucas Veloso

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A mãe do adolescente apontado pela Polícia Civil como responsável pela morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, negou ter tentado ocultar provas durante a investigação, em entrevista exclusiva ao Fantástico, divulgada neste domingo (9).

Ela se refere a um episódio ocorrido no aeroporto, quando o adolescente voltava de uma viagem aos Estados Unidos, cerca de 25 dias depois da agressão. O cão comunitário foi agredido no dia 4 de janeiro e morreu no dia seguinte.

A polícia diz que o jovem de 15 anos teria espancado o animal durante a madrugada. O relatório do inquérito foi encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que ainda avalia se pedirá novas diligências.

A suspeita de uma tentativa de ocultação por parte da mãe surgiu após uma abordagem feita no aeroporto, quando o jovem voltava de uma viagem no exterior. Segundo os investigadores, familiares teriam tentado esconder um boné e um moletom que o jovem usava no dia do crime.

Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, a mãe contestou essa versão:

"Em momento algum eu me neguei ou escondi, até porque eu levei o boné e ele estava com o moletom na viagem. Não tinha o que esconder e também não sabíamos que tipo de prova eles estavam procurando", afirmou.

A pedido da polícia, a Justiça determinou a entrega do passaporte do menor.

CONFIRA UM RESUMO DA NOTÍCIA:

Negativa da mãe do adolescente: A mãe do jovem suspeito de matar o cão Orelha negou ter tentado esconder provas, afirmando que não ocultou roupas usadas pelo filho no dia do crime.

Investigação do caso: A Polícia Civil aponta que o adolescente, de 15 anos, teria espancado o animal em janeiro. O inquérito foi enviado ao Ministério Público, que avalia a necessidade de novas diligências.

Medidas judiciais: A Justiça determinou a entrega do passaporte do menor após suspeitas levantadas durante abordagem no aeroporto, quando ele retornava de viagem internacional.

Com informações de: NSC Total.

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