Professora é indiciada por estupro de aluno de 11 anos no Paraná | aRede
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Professora é indiciada por estupro de aluno de 11 anos no Paraná

Profissional da educação também foi indiciada pelo aliciamento da vítima

Docente também trocava mensagens de natureza sexual com o estudante
Docente também trocava mensagens de natureza sexual com o estudante -

Publicado por Rodolpho Bowens

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A Polícia Civil do Paraná (PC/PR) concluiu nessa quinta-feira (16), o inquérito policial e indiciou uma mulher, de 47 anos, pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento de criança. A ação foi formalizada após as investigações apontarem que os crimes ocorreram entre dezembro de 2025 e abril de 2026.

O inquérito iniciou após denúncia da representante legal da vítima, um menino de 11 anos. As investigações apontaram que a investigada, que havia sido professora da criança no ano anterior, estabeleceu contato com ele e passou a atraí-lo a sua residência sob o pretexto de auxílio.

Conforme a delegada da PC/PR, Anielen Magalhães, também foram identificadas trocas de mensagens por aplicativo com conteúdo de natureza sexual e afetiva, nas quais a mulher propunha relacionamento.

O contato ocorria ainda durante o período escolar, por meio do muro entre as instituições de ensino frequentadas por ambos. “Durante a investigação, foram reunidos elementos como escuta da vítima e análise de conteúdos audiovisuais, que indicaram a prática de atos libidinosos e o aliciamento do menor”, explica.

O inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário.

Leia abaixo um resumo da notícia

- Indiciamento e Crimes: a Polícia Civil do Paraná indiciou uma mulher de 47 anos pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento. A investigação aponta que os abusos ocorreram de forma contínua entre dezembro de 2025 e abril de 2026, tendo como vítima um menino de apenas 11 anos;

- Abuso de Confiança: a investigada, que havia sido professora da criança no ano anterior, utilizava-se dessa proximidade para atrair a vítima até sua residência sob o pretexto de oferecer ajuda. O contato também ocorria de forma imprópria no ambiente escolar, através do muro entre as instituições de ensino;

- Provas e Mensagens: a delegada Anielen Magalhães confirmou a existência de mensagens em aplicativos com teor sexual e afetivo, onde a mulher propunha um relacionamento ao menor. Com base em escutas especializadas e análise de materiais audiovisuais, a Polícia Civil concluiu o caso e encaminhou o processo ao Poder Judiciário.

Com informações: Assessoria de Imprensa.

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