Deputado Fabio Oliveira defende análise criteriosa do pedágio eletrônico no Paraná
Coordenador da Frente Parlamentar das Engenharias e Infraestrutura, o parlamentar enfatizou a necessidade de fiscalizar a cobrança nos pedágios de modelo Free Flow

O tema do pedágio voltou a ser destaque na Assembleia Legislativa do Paraná nesta terça-feira (3), quando o deputado estadual Fabio Oliveira usou a tribuna para defender uma análise criteriosa do modelo Free Flow. Coordenador da Frente Parlamentar das Engenharias e Infraestrutura, o parlamentar destacou um ponto específico do requerimento proposto na segunda (2) pelo presidente da Casa, deputado Alexandre Curi, que questiona pontos sobre o Lote 4.
Segundo o parlamentar, é fundamental esclarecer se o Free Flow resultará, de fato, em cobrança proporcional ao uso da rodovia ou apenas na substituição das praças físicas por cobrança eletrônica em pontos fixos, já embutida na tarifa paga pelos paranaenses. No discurso, Fabio Oliveira relembrou o histórico recente dos pedágios no Paraná e afirmou que as experiências passadas exigem maior rigor na fiscalização das novas concessões. “Não podemos esquecer nosso papel como deputados. Precisamos agir”, disse.
Durante o pronunciamento, Fabio Oliveira relembrou o histórico recente dos pedágios no Paraná, marcado por obras não entregues e casos de corrupção que, segundo ele, foram pagos diretamente pela população. “Foram anos de obras inacabadas, concessões mal fiscalizadas e, infelizmente, vidas ceifadas nas rodovias. Isso não pode ser esquecido”, afirmou.
O deputado ressaltou que o Free Flow é adotado em outros países, como Estados Unidos e na Europa, mas alertou para a necessidade de aplicação correta e transparente do modelo. “O requerimento questiona exatamente se estamos diante de um modelo proporcional ou apenas de uma mudança no meio de arrecadação”, afirmou.
Por fim, Fabio Oliveira informou que, como coordenador da Frente Parlamentar, agendou com a direção da EPR Paraná para tratar do tema e convidou os demais parlamentares a aprofundarem o debate. “Vamos também a Brasília para questionar a ANTT e avaliar o impacto real dessas decisões sobre os paranaenses”, concluiu.
Com informações da Alep.




















