PM retira policial de serviço operacional após morte de adolescente em Ponta Grossa
Agente deixou a escala de rua e passou a cumprir funções administrativas enquanto o caso segue sob investigação
Publicado: 21/01/2026, 19:29

O policial militar envolvido na morte do adolescente Luiz Eduardo Silveira Quadros dos Santos, de 17 anos, durante uma ação policial em Ponta Grossa foi retirado do serviço operacional e passou a exercer atividades administrativas internas. A informação foi confirmada pela assessoria da Polícia Militar do Paraná (PMPR), que destacou que o agente não atua mais no policiamento de rua enquanto as investigações estão em andamento.
Segundo a PM, o policial saiu da escala operacional e foi realocado para funções administrativas, seguindo os protocolos adotados pela corporação em casos de morte decorrente de intervenção policial. A instituição informou ainda o Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado segue em andamento para apurar as circunstâncias da ocorrência.
RELEMBRE A OCORRÊNCIA
O caso aconteceu no bairro Neves, em Ponta Grossa, no dia 1º de janeiro de 2026, e resultou na morte do adolescente durante uma abordagem policial. Desde então, familiares e amigos da vítima têm realizado protestos e carreatas em diferentes pontos da cidade, cobrando esclarecimentos e afirmando que o jovem teria sido morto de forma injusta.
A Polícia Militar afirma que colabora com as investigações e reforça que os procedimentos administrativos e legais seguem em curso. O inquérito deve apontar se houve ou não irregularidades na atuação do policial envolvido.
CONFIRA UM RESUMO DA NOTÍCIA:
Afastamento do serviço operacional: O policial militar envolvido na morte do adolescente Luiz Eduardo Silveira Quadros dos Santos, de 17 anos, em Ponta Grossa, foi retirado do policiamento de rua e passou a cumprir funções administrativas, conforme confirmou a Polícia Militar do Paraná.
Investigação em andamento: Segundo a PM, a realocação do agente segue os protocolos adotados em casos de morte decorrente de intervenção policial. O Inquérito Policial Militar (IPM) segue em andamento para apurar as circunstâncias da ocorrência.
Repercussão e protestos: O caso aconteceu no bairro Neves e gerou manifestações, protestos e carreatas organizadas por familiares e amigos do adolescente, que cobram esclarecimentos e contestam a versão oficial apresentada sobre a ação policial.




















