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O que diz o consulado sobre o passaporte de Eliza Samudio achado em Portugal

O documento foi localizado por um morador do imóvel, identificado como José, entre livros guardados em uma estante da sala

Ao reconhecer o nome no passaporte, o morador entregou o documento à representação brasileira
Ao reconhecer o nome no passaporte, o morador entregou o documento à representação brasileira -

Publicado Por Milena Batista

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O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa informou que já comunicou o Itamaraty sobre a localização de um passaporte antigo em nome de Eliza Samudio, encontrado em um apartamento na capital portuguesa. O documento foi localizado por um morador do imóvel entre livros guardados em uma estante da sala.

Ao reconhecer o nome no passaporte, o morador entregou o documento à representação brasileira. Em nota, o consulado informou que aguarda orientações do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, sobre os próximos procedimentos e que cumprirá integralmente as determinações que forem repassadas pelo Itamaraty.

O Consulado-Geral esclareceu ainda que consulado e embaixada são estruturas distintas, embora ambas funcionem em Lisboa, e possuem atribuições próprias. A explicação, segundo a nota, busca evitar interpretações equivocadas sobre a atuação do órgão no caso.

“O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa já fez uma comunicação oficial ao Itamaraty em Brasília informando que o passaporte foi encontrado e entregue ao consulado. Neste momento estamos aguardando instruções sobre quais são os próximos passos com relação ao documento”, informou o órgão.

A descoberta do passaporte reacendeu questionamentos em torno do assassinato de Eliza Samudio, ocorrido em 2010 e considerado um dos crimes de maior repercussão no país. Apesar das condenações judiciais, os restos mortais da vítima nunca foram encontrados, o que mantém o caso cercado de incertezas.

De acordo com as informações divulgadas, o documento não possui registro de segunda via e apresenta apenas um carimbo de entrada em Portugal, datado de maio de 2007, sem qualquer anotação de saída ou de novo ingresso em outro país. O estado de conservação do passaporte também chamou atenção, já que estava intacto após tantos anos.

Até o momento, não há explicação oficial sobre como o passaporte foi parar em Lisboa ou quem o levou até o local. O consulado informou que novas informações só serão divulgadas após o recebimento de orientações formais do Itamaraty. O documento permanece sob custódia das autoridades brasileiras em Portugal, enquanto o caso segue sendo acompanhado pelas autoridades e pela opinião pública.

Informações: TN Online, parceira do Portal aRede

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