Municípios da AMCG somam mais de R$ 5,2 bilhões em orçamento para 2026 | aRede
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Municípios da AMCG somam mais de R$ 5,2 bilhões em orçamento para 2026

O orçamento é utilizado para o planejamento e execução das políticas públicas em áreas como saúde, educação e infraestrutura, com aprovação legislativa e sanção do Executivo

Elizabeth Schmidt, Reinaldo Cardoso e Telêmaco Borba irão gerir os maiores orçamentos da região em 2026
Elizabeth Schmidt, Reinaldo Cardoso e Telêmaco Borba irão gerir os maiores orçamentos da região em 2026 -

Os 19 municípios que compõem a Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) somam mais de R$ 5,2 bilhões em orçamento para 2026. O levantamento considera a Lei Orçamentária Anual (LOA) de cada cidade, que foram discutidos e aprovados ao longo de 2025.

Os dados somam os valores divulgados pelos municípios de Arapoti, Carambeí, Castro, Curiúva, Imbaú, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Porto Amazonas, Ponta Grossa, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.

Entre os maiores valores, destaca-se Ponta Grossa, que lidera a região com o orçamento de R$ 2,05 bilhões. A prefeita Elizabeth Schmidt reforça que a Administração irá investir principalmente em saúde, educação e infraestrutura.

Na sequência aparece o município de Castro, com um orçamento de R$ 516,2 milhões. Para o prefeito Reinaldo Cardoso, o crescimento do município passa pelo desenvolvimento no comércio e industrialização do município. "Castro se tornou referência como direcionamento de investimento. Atualmente, temos todos os grandes mercados instalados na cidade. Também temos muitas empresas projetando trazer empreendimentos para Castro", afirma.

Com o orçamento de R$ 497,3 milhões, Telêmaco Borba aparece com o terceiro maior dos Campos Gerais. O valor é recorde para o município. "O valor orçamentário projetado para 2026 é significativamente maior do que o estimado para anos anteriores, o que reflete, em parte, o crescimento econômico da cidade e a necessidade de adequar os gastos à inflação e à expansão dos serviços públicos", ressalta.

Outro destaque é Reserva, que também apresentou um valor recorde em 2026. O município terá R$ 151,1 milhões de orçamento. "Isso vai se transformar em benefícios para a nossa comunidade, para a nossa população para o ano de 2026. Esse é mais um passo importante para garantir que as metas e prioridades do município sejam executadas com responsabilidade, eficiência e visão de futuro", comenta o prefeito Lucas Machado.

Em Tibagi, o orçamento será de R$ 232,78 milhões. O prefeito Rildo Leonardi reforçou a importância da organização, do planejamento e da integração entre as pastas para garantir eficiência na execução das políticas públicas. O chefe do Executivo também cobrou celeridade na entrega dos projetos, destacando que o ritmo de trabalho deve acompanhar as necessidades do município e resultar em melhorias concretas para a comunidade.

Com orçamento de R$ 86 milhões, o prefeito de São João do Triunfo, Mario Cezar, afirma que 2026 será um ano de grandes projetos para a população. "O que foi plantado em 2025 começa a florescer, e 2026 chega com conquistas, investimentos e projetos que ganham forma, resultado de escolhas feitas com seriedade e planejamento. São João do Triunfo segue avançando, com os pés no chão e o olhar voltado para o amanhã", completa.

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CONFIRA O ORÇAMENTO DE CADA MUNICÍPIO DOS CAMPOS GERAIS PARA 2026

- Arapoti - R$ 226,3 mi

- Carambeí - R$ 268,2 mi

- Castro - R$ 516,2 mi

- Curiúva - R$ 83,9 mi

- Imbaú - R$ 65,9 mi

- Ipiranga - R$ 90,6 mi

- Ivaí - R$ 75 mi

- Jaguariaíva - R$ 243 mi

- Ortigueira - R$ 64,3 mi

- Palmeira - R$ 138 mi

- Piraí do Sul - R$ 178,5 mi

- Porto Amazonas - R$ 43 mi

- Ponta Grossa - R$ 2,05 bi

- Reserva - R$ 175,1 mi

- São João do Triunfo - R$ 86 mi

- Sengés - R$ 102,7 mi

- Telêmaco Borba - R$ 497,3 mi

- Tibagi - R$ 232,78 mi

- Ventania - R$ 73,7 mi

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LOA PERMITE A FISCALIZAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS

A Lei Orçamentária Anual é a lei brasileira que detalha as receitas (quanto o governo vai arrecadar) e fixa as despesas (onde o dinheiro será gasto) para o ano seguinte, abrangendo orçamentos: fiscal, de investimento e da seguridade social, sendo um instrumento utilizado para o planejamento e execução das políticas públicas em áreas como saúde, educação e infraestrutura, com aprovação legislativa e sanção do Executivo.

Para ser aprovada, primeiramente o Poder Executivo envia o projeto (PLOA) ao Legislativo. Em seguida, parlamentares debatem, emendam e votam o projeto. Após aprovação no Legislativo, vai para sanção do Chefe do Executivo, tornando-se lei.

Através da LOA, é possível fiscalizar como os recursos públicos são utilizados, garantindo que prioridades como saúde, educação e obras sejam atendidas.

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RESUMO

Montante regional: Os 19 municípios da AMCG somam um orçamento total de mais de R$ 5,2 bilhões para 2026, com Ponta Grossa liderando o ranking regional ao projetar R$ 2,05 bilhões.

Destaques e recordes: Castro e Telêmaco Borba ocupam a segunda e terceira posições em arrecadação, respectivamente, enquanto cidades como Reserva e Telêmaco Borba registraram valores recordes em seus históricos orçamentários.

Planejamento e aplicação: Os recursos, definidos pela Lei Orçamentária Anual (LOA), serão destinados prioritariamente a áreas como saúde, educação e infraestrutura, servindo também como ferramenta para a fiscalização pública.

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