Brasil expande comércio com o Chile e abre mercado para DDG e DDGS
Exportação de insumos derivados do etanol de milho marca a 601ª abertura de mercado internacional para o agro desde 2023

O governo brasileiro oficializou na quarta-feira (29) a conclusão das negociações que autorizam a exportação de grãos secos de destilaria (DDG e DDGS) para o Chile. O anúncio representa um marco estratégico para o agronegócio nacional, que atinge a marca histórica de 601 aberturas de novos mercados internacionais desde o início de 2023.
Os produtos autorizados, conhecidos como DDG (grãos secos de destilaria) e DDGS (grãos secos de destilaria com solúveis), são subprodutos valiosos da produção de etanol de milho. Ricos em proteínas e nutrientes, esses itens são amplamente utilizados como insumos na fabricação de rações para a pecuária, atendendo setores de bovinos, suínos e aves. A abertura deste mercado fortalece a pauta exportadora de coprodutos de alto valor agregado. As informações são do portal de notícias do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
A nova fronteira comercial consolida a robusta relação entre os dois países. Em 2025, as exportações agropecuárias brasileiras para o mercado chileno superaram os US$ 2,2 bilhões, tendo como pilares principais as carnes, produtos do complexo soja e itens do setor florestal. Com a inclusão dos derivados de milho, a expectativa é de uma diversificação ainda maior na balança comercial.
Este avanço é resultado da atuação diplomática e técnica coordenada entre o Mapa e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). O trabalho conjunto visa reduzir barreiras sanitárias e comerciais, garantindo que a eficiência produtiva brasileira alcance novos destinos globais.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Nova Exportação: O Brasil obteve autorização para exportar DDG e DDGS (insumos para ração animal vindos do etanol de milho) para o Chile.
- Marca Histórica: O agronegócio brasileiro somou 601 aberturas de mercado no exterior em pouco mais de três anos (desde 2023).
- Parceiro Relevante: O Chile já é um destino consolidado, tendo importado mais de US$ 2,2 bilhões do agro brasileiro no ano de 2025.





















