Vamos Ler contribui na investigação sobre ‘fake news’ em Irati
Videoaula do projeto foi base para ampla investigação do quinto ano A da Escola Rosalina Cordeiro de Araújo sobre notícias falsas, como caso do ‘Roblox’; gráficos ajudaram a entender mais acerca de comportamento etário

O quinto ano A da Escola Municipal Rosalina Cordeiro de Araújo, em Irati, da professora Cebilla Moletta Slotuk, desenvolveu uma atividade sobre as notícias falsas. A docente explica que o tema surgiu nas aulas de Língua Portuguesa, abordando a facilidade com que as ‘fake news’ se espalham pela internet. Dessa forma, a turma realizou algumas ações para trabalhar o assunto, com o auxílio de uma videoaula do Vamos Ler – Geração Digital.
“Na disciplina de Língua Portuguesa, a turma está trabalhando com notícias de jornais e sites, explorando a estrutura e o estilo do gênero. Algumas notícias foram lidas, interpretadas e apresentadas oralmente em sala de aula. Durante essas aulas, surgiu a discussão sobre notícias falsas que circulam na internet, inclusive entre o público infantil, ou com temas comuns nas famílias dos estudantes”, aponta a educadora.
Com a videoaula do Vamos Ler sobre o que são e como combater as fake news, o assunto foi discutido em sala e os alunos relataram o que sabiam ou vivenciaram em relação às notícias falsas. Para exemplificar e mostrar a importância de verificar as informações que circulam na internet, Cebilla levou notícias relacionadas a uma informação que circulou entre as crianças recentemente: o envolvimento do influencer Felca no banimento do jogo Roblox.
“Os alunos acompanharam a verificação na internet (por meio de projeção em tela) e a confirmação de que se tratava de uma fake news, aprendendo também como fazer pesquisas de verificação. Ainda sobre a temática, na disciplina de Matemática, os alunos realizaram uma pesquisa na qual entrevistaram quatro adultos com a seguinte pergunta: ‘Você costuma verificar as informações que recebe na internet antes de compartilhá-las?’”, complementa a professora.
O levantamento de dados, diz a educadora, possibilitou a construção de gráficas e tabelas, também organizadas por faixa etária, trazendo à discussão como diferentes idades se comportam nesse sentido na internet. “O trabalho teve envolvimento dos estudantes e mostrou a importância da educação digital na nossa sociedade”, conclui a docente.
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