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Pesquisa da UEPG aponta redução no custo da cesta básica

Índice do Departamento de Economia da Universidade aponta uma redução de 0,26% no período analisado

O estudo considera o período entre a primeira semana de janeiro e a primeira semana de fevereiro de 2026
O estudo considera o período entre a primeira semana de janeiro e a primeira semana de fevereiro de 2026 -

Iolanda Lima

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O custo médio da cesta básica em Ponta Grossa apresentou uma leve queda de 0,26% no mês de janeiro, de acordo com levantamento realizado pelo Departamento de Economia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Na primeira semana de fevereiro de 2026, o conjunto de 33 produtos passou a custar R$ 920,20 nas compras realizadas por meio do sistema de delivery dos supermercados do município.

Entre os itens analisados, 13 apresentaram redução de preço, outros 13 registraram aumento e apenas um manteve estabilidade. A maior alta foi observada no alho, com variação de +27,80%, enquanto a batata liderou as quedas, com recuo expressivo de 29,24%.

Dos cinco grupos que compõem a cesta básica, o hortifrutigranjeiro foi o que mais contribuiu para a redução geral, com queda de 15,28%. Já os grupos Limpeza (4,55%), Higiene (1,04%), Carne (0,65%) e Alimentação Geral (0,22%) registraram aumento no período analisado.

O estudo considera o consumo básico de alimentação, higiene e limpeza de famílias com média de três integrantes, renda entre um e cinco salários mínimos e residentes em Ponta Grossa. Segundo os pesquisadores, o Índice da Cesta Básica (ICB) não deve ser confundido com um indicador de inflação, já que se restringe exclusivamente às compras online realizadas no município.

Em relação ao impacto no orçamento familiar, o levantamento aponta que uma família que recebe apenas um salário mínimo — atualmente fixado em R$ 1.621,00comprometeria cerca de 56,77% da renda mensal para adquirir a cesta básica. Para famílias com dois, três, quatro e cinco salários mínimos, o comprometimento da renda seria de 28,38%, 18,92%, 14,19% e 11,35%, respectivamente.

A pesquisa tem como base a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2016 e considera o período entre a primeira semana de janeiro e a primeira semana de fevereiro de 2026

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