Fotógrafo paranaense leva olhares sobre os golfinhos ao Museu do Amanhã
A mostra reúne alguns dos principais nomes da fotografia de natureza no país e convida o público a mergulhar em diferentes perspectivas

O oceano como território de encontros, histórias e relações profundas entre espécies. É nesse cenário que o fotógrafo e documentarista de natureza Gabriel Marchi, de Curitiba, passa a integrar a exposição ”Oceano: o mundo é um arquipélago” em cartaz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
A mostra reúne alguns dos principais nomes da fotografia de natureza no país e convida o público a mergulhar em diferentes perspectivas sobre a vida marinha e suas conexões.
Entre luzes, movimentos e encontros registrados no mar, Gabriel apresenta registros do boto-cinza feitos na Baía de Sepetiba (RJ) e imagens do boto-cor-de-rosa captadas no Rio Negro, em Manaus (AM).
As cenas integram o documentário Maré Cinza (2025), produzido para o Projeto Boto-cinza e considerado uma das produções audiovisuais mais abrangentes já realizadas no Brasil sobre a espécie.
As obras de Gabriel estão reunidas no núcleo “Vida – A Inteligência Brincante”, espaço dedicado à complexidade social dos golfinhos. Ali, o visitante é convidado a observar além das acrobacias que costumam encantar à primeira vista. A proposta é revelar formas sofisticadas de comunicação, vínculos duradouros e comportamentos que evidenciam uma inteligência social construída na convivência.
O fotógrafo também atua na produção de documentários e curtas-metragens para o Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar) e para a iniciativa Grande Reserva Mata Atlântica, contribuindo para registrar projetos de conservação, pesquisas científicas e histórias de comunidades que vivem em conexão direta com o oceano e a floresta, territórios onde imagem, ciência e conservação caminham juntas.
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