Ex-presidente do Vila Nova é indiciado por racismo contra Berto e fica proibido de ir a estádios
De acordo com o Boletim de Ocorrência, Geso foi indiciado como autor de injúria racial contra Berto

A acusação feita por Berto, do Operário, durante a confusão na partida contra o Vila Nova, na última sexta-feira (18), rendeu uma prisão a um ex-dirigente do Tigre. A pessoa atende pelo nome Geso de Oliveira.
Ele é ex-presidente do Vila Nova e passou a noite preso na Central Geral de Flagrantes e Pronto Atendimento ao Cidadão de Goiânia logo após a partida. No entanto, na audiência de custódia neste domingo, foi liberado após uma medida cautelar.
Até que o processo seja julgado, Geso está proibido de frequentar estádios onde o Vila Nova irá atuar.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, Geso foi indiciado como autor de injúria racial contra Berto. Em depoimento, o ex-presidente do Vila negou ter cometido tal ato.
Além disso, Geso foi vítima de lesão corporal dolosa durante a confusão que teve copos e garrafas voando.
As informações são da ESPN, que apurou que o STJD trata o assunto como 'muito grave', e a Procuradoria já está preparando denúncia.
Entenda a confusão
Após o apito final, jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes do Operário se estranharam com torcedores do Vila Nova que estavam atrás do banco de reservas, com direito a objetos arremessados.
A confusão esquentou quando o zagueiro Jhan Torres arremessou uma garrafa de água e acertou o ex-presidente do Vila Nova, Geso de Oliveira.
Durante a confusão, o atacante Hildeberto Pereira acusou Geso de ter feito gestos racistas na arquibancada. Em contrapartida, o grito de 'macaco' acusado pelo jogador do Operário teria partido de outro torcedor do Vila Nova e não Geso.
"Ele me chamou de macaco, ele me chamou de macaco e fez o gesto", disse o atacante do Fantasma para um membro do staff do Vila.





















