Impressionante: vídeos mostram carros sendo arremessados em desabamento de ponte
Caso aconteceu em 2024, mas novas imagens foram reveladas; três pessoas desapareceram e 14 morreram na situação

Mais de um ano após o desastre que chocou a divisa entre Maranhão e Tocantins, novas imagens revelam o momento exato em que a estrutura da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira cedeu em dezembro de 2024 - as informações são da CNN Brasil. Os registros mostram veículos sendo arremessados e a violência do impacto que resultou em 14 mortes e três desaparecidos.
O laudo da Polícia Federal (PF) é contundente em apontar que a tragédia não foi um "acidente inevitável", mas sim o resultado de uma combinação fatal de fatores técnicos e negligência:
- Falta de Manutenção: a perícia identificou corrosão severa nas armaduras e ruptura de barras de aço;
- Fatores Estruturais: houve deformação lenta do concreto (fluência) e perda da capacidade de resistência ao longo das décadas;
- Sobrecarga: o acúmulo excessivo de veículos no local no momento da queda foi o gatilho final para a ruína.
IMPACTO AMBIENTAL E SOCIAL
Na queda, três caminhões carregados com ácido sulfúrico e defensivos agrícolas mergulharam no Rio Tocantins. Apesar do susto e do potencial catastrófico, análises coletadas dias após o ocorrido não detectaram contaminação da água. No campo social, no entanto, a ferida segue aberta: o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ainda não se posicionou oficialmente sobre as indenizações devidas às famílias das vítimas.
Após a implosão dos restos da antiga ponte em fevereiro de 2025 (que utilizou 250 kg de explosivos), uma nova travessia foi erguida. Com um investimento de R$ 171,9 milhões, a nova Ponte JK foi entregue ao tráfego em 22 de dezembro de 2025, exatamente um ano após o desastre, buscando restabelecer a conexão vital da BR-226.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Negligência Técnica e Colapso: o laudo da Polícia Federal confirmou que o desabamento em 2024 não foi um acidente inevitável, mas sim o resultado de corrosão severa, deformação do concreto e falta de manutenção. O acúmulo de veículos no local foi apenas o gatilho final para uma estrutura que já operava no limite, resultando em 14 mortes;
- Impactos Ambientais e Impasse Social: embora caminhões com ácido sulfúrico e agrotóxicos tenham caído no Rio Tocantins, análises não apontaram contaminação da água. No entanto, o campo social segue em aberto: o DNIT ainda não se posicionou sobre as indenizações devidas às famílias das vítimas, mantendo a ferida da tragédia sem reparação financeira;
- Nova Ponte e Reinvestimento: após a implosão dos destroços em fevereiro de 2025, uma nova estrutura foi erguida com investimento de R$ 171,9 milhões. A reinauguração ocorreu simbolicamente em 22 de dezembro de 2025, exatamente um ano após o desastre, para normalizar o tráfego na BR-226.




















