Alunos denunciam monitor de colégio cívico-militar por assédio sexual no PR | aRede
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Alunos denunciam monitor de colégio cívico-militar por assédio sexual no PR

Policial militar da reserva, o monitor é acusado pelas estudantes de tocar partes do corpo delas durante o período em que atuava na escola

Denúncias de assédio sexual envolvendo estudantes são investigadas
Denúncias de assédio sexual envolvendo estudantes são investigadas -

Publicado Por Milena Batista

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Nove estudantes com idades entre 12 e 13 anos denunciaram o monitor de um colégio cívico-militar por assédio sexual. O caso aconteceu em Cornélio Procópio, no Norte do Paraná, e o suspeito é um policial militar da reserva.

De acordo com informações da Ric RECORD Londrina, com base no relato das meninas, o monitor passava a mão nas vítimas e teria chegado a tocar partes íntimas de uma delas. A situação foi levada às autoridades e o caso passou a ser investigado pela Justiça como estupro de vulnerável, correndo sob sigilo.

O caso de assédio no colégio cívico-militar teria acontecido em 2023 e o funcionário foi afastado do cargo de monitor, mas continuou em atividades administrativas. Dois anos depois, em 2025, ele foi afastado de forma definitiva pelo Governo do Estado.

A presidente do Sindicato dos Professores e Funcionários de Escola do Paraná (APP-Sindicato) explicou como o caso é tratado pela Secretaria de Estado de Educação do Paraná (Seed-PR).

“É instaurada uma comissão investigativa inicial da própria Secretaria de Educação, que realiza as preliminares, ouvindo os envolvidos e averiguando os fatos, para verificar se há materialidade e se a denúncia procede. Caso haja indícios, ainda dentro do processo administrativo, é aberto um processo disciplinar”, disse.

O que diz a Secretaria de Educação e Segurança Pública

Em nota, a Seed informou que o Estado mantém uma política de tolerância zero a qualquer forma de assédio ou violência no ambiente escolar. A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) enviou o mesmo posicionamento sobre o caso. Veja na íntegra:

“O Governo do Estado esclarece que todas as denúncias são apuradas conforme a legislação vigente e o vínculo funcional do profissional, sendo que servidores civis e militares são afastados de forma preventiva sempre que há registro de denúncia.

O Estado mantém política de tolerância zero a qualquer forma de assédio ou violência no ambiente escolar. O Paraná reafirma seu compromisso com a segurança da comunidade escolar e com a transparência”.

Informações: Banda B, parceira do Portal aRede

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