Maduro e esposa foram retirados de dentro do quarto durante captura dos EUA
Forças de elite dos Estados Unidos realizaram a operação na madrugada deste sábado (3); líder venezuelano e Cilia Flores devem enfrentar processos judiciais em solo americano
Publicado: 03/01/2026, 11:46

O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados à força de seu quarto por forças especiais dos Estados Unidos durante uma operação militar de grande escala na madrugada deste sábado (3).
O casal foi surpreendido por volta das 3h (horário de Brasília) enquanto dormia. A captura, confirmada pelo presidente Donald Trump, foi executada pela Força Delta, unidade de elite do Exército americano, e não resultou em baixas para as tropas dos EUA.
Autoridades americanas afirmam que Maduro e Flores já foram retirados do território venezuelano.
Detalhes da operação militar
A incursão aérea e terrestre atingiu a capital, Caracas, e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Testemunhas e equipes jornalísticas relataram o som de aeronaves e explosões que duraram aproximadamente 90 minutos, deixando diversas áreas sem energia elétrica.
Especialistas em inteligência descreveram a missão como de "velocidade impressionante", destacando o uso de tecnologia de rastreamento da CIA para localizar o paradeiro do líder venezuelano.
Durante os bombardeios, moradores de cidades costeiras relataram que o céu ficou vermelho e o solo tremeu. Paralelamente à ação, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA proibiu o sobrevoo de aeronaves americanas no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos de segurança.
Acusações de narcoterrorismo e julgamento nos EUA
A finalidade da captura é levar Nicolás Maduro a julgamento no Distrito Sul de Nova York. O governo dos Estados Unidos acusa o líder venezuelano de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína e posse de metralhadoras. Contra Maduro, pesava uma recompensa de 50 milhões de dólares oferecida pela justiça americana.
Segundo o senador republicano Mike Lee, a operação foi amparada pelo Artigo II da Constituição dos EUA, que confere ao presidente a autoridade de comandante-chefe para proteger interesses nacionais.
Informações: CNN




















