Projetos estratégicos 'mudam o jogo' e moldarão o futuro de PG | aRede
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Projetos estratégicos 'mudam o jogo' e moldarão o futuro de PG

Conselheiro, médico lembra que além do 'Banco de Projeto', cidade estruturou o 'Masterplan 2042' e o 'Programa de Metas 2025-2028'

Mário Rodrigues Montemor Netto é conselheiro na área da Saúde
Mário Rodrigues Montemor Netto é conselheiro na área da Saúde -

Rodolpho Bowens

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O conselheiro da área da Saúde do Grupo aRede, Mário Rodrigues Montemór Netto, explica que o 'Banco de Projetos', assim como o 'Masterplan 2043' e o 'Programa de Metas', moldarão o futuro de Ponta Grossa - o debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede.

Para ele, a gestão da prefeita Elizabeth Silveira Schmidt (União) está 'mudando o jogo', já que para o médico, antigas administrações da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG) não traçavam projetos para o desenvolvimento longevo da cidade.

Confira abaixo a opinião na íntegra de Mário, que é médico, pesquisador, professor e presidente da Associação Médica de Ponta Grossa (AMPG):

"A compreensão contemporânea das dinâmicas urbanas exige uma ruptura com a visão mecânica e fragmentada das cidades, evoluindo para um paradigma sistêmico que as interpreta como complexos organismos vivos dotados de metabolismo próprio. No contexto de Ponta Grossa, sob a égide da gestão Elizabeth Schmidt, essa analogia transcende a metáfora literária para fundamentar uma estratégia de governança baseada em evidências, planejamento de longo curso e integração fisiológica. O metabolismo urbano, definido como o conjunto de processos técnicos e socioeconômicos que sustentam o crescimento, a produção de energia e a eliminação de resíduos, encontra no 'Masterplan 2043' e no 'Programa de Metas 2025-2028' as diretrizes para uma evolução saudável e resiliente.

Esta análise técnica propõe um exame exaustivo da infraestrutura e da gestão de Ponta Grossa, comparando o banco de projetos ao Ácido Desoxirribonucleico (DNA) citadino, os sistemas de mobilidade, drenagem e o arcabouço legislativo à sua fisiologia operacional, e a vigilância técnica a um sistema imunológico capaz de administrar vacinas contra a atrofia urbana. O horizonte temporal de 2043, centenário do planejamento estratégico municipal, serve como o ponto de maturação onde a homeostase entre o crescimento demográfico e a capacidade de suporte infraestrutural deve ser plenamente atingida.

O DNA Urbano: O Banco de Projetos como Código Genético da Expansão

Na biologia molecular, o DNA armazena as instruções necessárias para o desenvolvimento, funcionamento e reprodução dos organismos. Transpondo essa lógica para a administração pública, o maior banco de projetos da história de Ponta Grossa, estruturado pela gestão Elizabeth, funciona como o código genético que predetermina as características físicas e funcionais da cidade nas próximas décadas. A ausência de projetos técnicos prontos atua como uma mutação deletéria, impedindo que o município metabolize recursos externos e resulte em uma atrofia por inação.

VÍDEO
Confira a opinião do conselheiro Mário | Autor: Colaboração.

A estratégia, coordenada pelas secretarias de Infraestrutura e de Projetos Estratégicos, em colaboração com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Iplan), visa garantir que a cidade possua propostas tecnicamente robustas para a captação de recursos estaduais, federais e internacionais. Esse 'mapeamento genético' é fundamental para reduzir o hiato temporal entre o anúncio de investimentos e o início efetivo das intervenções, um dos principais gargalos que historicamente impediram o crescimento ordenado da cidade.

Os Cromossomos da Gestão: O Programa de Metas 2025-2028

O 'Programa de Metas 2025-2028' está organizado em 15 eixos estratégicos que podem ser visualizados como os cromossomos que segregam as informações vitais para cada subsistema do organismo urbano. Este documento não é meramente um plano de intenções políticas, mas um instrumento técnico que transforma a visão estratégica em indicadores quantificáveis, permitindo o monitoramento contínuo pela sociedade civil e órgãos de controle.

Essa codificação estruturada visa evitar a 'meia-sola' - intervenções paliativas sem visão sistêmica - garantindo que cada obra, como o asfalto no bairro Borato ou a pavimentação no Núcleo Rio Verde, esteja integrada a um contexto maior de longevidade urbana. A meta de atingir 100% de pavimentação asfáltica em território urbano, representa o estágio final de consolidação do 'tecido epitelial' da cidade.

Fisiologia Vascular: Mobilidade como Sistema Circulatório

O sistema vascular de um organismo vivo é responsável pelo transporte eficiente de oxigênio, nutrientes e células de defesa para todas as partes do corpo. Em Ponta Grossa, a mobilidade urbana desempenha este papel fundamental. Historicamente, a cidade desenvolveu-se em torno dos trilhos ferroviários, que outrora representaram o progresso, mas que hoje funcionam como 'calcificações' que obstruem o fluxo urbano moderno.

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Desobstrução de Artérias e o Bypass Ferroviário

A convivência entre o tráfego rodoviário urbano e as linhas férreas em bairros densamente povoados, como Oficinas e Jardim Carvalho, cria gargalos circulatórios que aumentam o tempo de deslocamento e elevam os riscos de acidentes. A intervenção estratégica na avenida Monteiro Lobato, com a construção de um viaduto sob a linha férrea, funciona como uma angioplastia urbana, restabelecendo o fluxo em uma das artérias mais congestionadas do município. Esta obra, executada em parceria com a concessionária Rumo, exemplifica a simbiose necessária entre o poder público e o capital privado para a manutenção da saúde circulatória.

Além disso, a busca por um novo contorno ferroviário, baseada em Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), visa realizar um 'bypass' completo, retirando o transporte de carga pesada do núcleo urbano e liberando espaço para a expansão de parques lineares. A desafetação da área ferroviária do trecho entre a rotatória da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Yara Fertilizantes permite a ampliação do Parque Linear, transformando uma zona de 'cicatriz industrial' em um espaço de 'respiração e lazer'.

Escalonamento Urbano e a Eficiência do Fluxo

A 'Teoria de Escalonamento Urbano', baseada nas leis da biologia (como a Lei de Kleiber), postula que a infraestrutura de uma cidade deve crescer de forma sublinear em relação à população para ser considerada eficiente.

Em Ponta Grossa, a estruturação de 18,71 km de novos corredores viários, incluindo as duplicações das rotas Pedro Wosgrau/Siqueira Campos e avenida Antônio Saad, busca otimizar esse coeficiente de escalamento. Ao interconectar bairros populosos de forma direta, o sistema circulatório reduz o consumo de energia (combustível) e as 'emissões metabólicas' (CO₂), aproximando a cidade do modelo de metabolismo circular.

Fisiologia Renal e Homeostase: Drenagem e Resiliência Hídrica

O sistema renal é responsável pela filtragem e eliminação de fluidos, mantendo o equilíbrio interno do organismo. No contexto urbano, a drenagem pluvial desempenha essa função de homeostase hídrica. Cidades que negligenciam sua 'função renal' sofrem com enchentes, transbordamentos e a degradação dos tecidos habitacionais.

O Projeto da Bacia do Rio Ronda: Rins e Pulmões Urbanos

A Bacia do Rio Ronda é identificada como uma das regiões mais críticas de Ponta Grossa, com registros históricos de transbordamentos que impactam rodovias e residências. A abordagem da gestão Elizabeth para esta área rompe com a engenharia tradicional de confinamento de rios em galerias de concreto e adota soluções biomiméticas. O investimento de aproximadamente R$ 32 milhões foca na criação de parques de absorção hídrica.

Estes parques atuam como 'rins urbanos', permitindo que a água da chuva seja retida e infiltrada no solo de forma natural, ao mesmo tempo em que funcionam como 'pulmões' verdes que melhoram a qualidade do ar e oferecem lazer. A parceria com a Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) assegura que a solução tenha embasamento técnico científico, tratando o rio como um ser vivo integrante do ecossistema citadino e não como um mero conduto de resíduos.

Metabolismo Circular vs. Linear

O metabolismo urbano tradicional é linear: consome recursos externos (água, energia, materiais) e gera resíduos que poluem as periferias. A visão para 2043 em Ponta Grossa busca a transição para um metabolismo circular. A criação de parques lineares, como o proposto para a região da bacia do Ronda, e a implementação de uma usina de compostagem são passos em direção à regeneração de recursos dentro do próprio sistema, minimizando o desperdício e a 'toxicidade' urbana.

O Esqueleto e o Sistema Nervoso: Legislação e Governança Digital

Para que o organismo urbano mantenha sua forma e coordene seus movimentos, ele necessita de um esqueleto sólido (legislação) e de um sistema nervoso eficiente (gestão digital). O arcabouço jurídico de Ponta Grossa, composto pelo Plano Diretor e pelo novo Código de Obras, constitui a estrutura óssea que dá suporte ao crescimento sustentável.

O Novo Código de Obras como Estrutura de Sustentação

O Código de Obras anterior, datado de 1993, apresentava sinais de 'osteoporose legislativa', sendo incapaz de suportar as novas tecnologias de construção e as demandas de uma cidade inteligente. A reforma proposta pela gestão Elizabeth visa instituir um marco regulatório moderno, focado na segurança técnica e na desburocratização.

A introdução do Alvará Digital de Publicidade e a simplificação do licenciamento de obras reduzem a 'resistência burocrática' - uma forma de atrito que consome a energia do empreendedor. Ao estabelecer critérios claros de recuo, luminosidade e segurança, a legislação garante que o crescimento da cidade não ocorra de forma desordenada ou 'cancerígena', onde novas construções prejudicam o bem-estar do conjunto social.

Governança Digital: Os Pulsos do Sistema Nervoso Central

A eficiência da gestão pública moderna depende da rapidez e da precisão da informação. A digitalização de serviços e a governança baseada em dados funcionam como os impulsos nervosos que coordenam as ações do Executivo. A 'Nota A' em Capacidade de Pagamento, obtida pelo Tesouro Nacional, é o indicador de 'saúde dos nervos financeiros', demonstrando que o organismo possui recursos e responsabilidade fiscal para honrar seus compromissos e financiar novas expansões.

A transparência, reforçada pelo Portal da Transparência e pelo acompanhamento em tempo real das obras através do 'Diário de Obras', permite que a população atue como 'receptores sensoriais', monitorando a execução das metas e sinalizando falhas que exigem intervenção imediata.

O Sistema Imunológico: Vigilância Técnica e Saúde Sistêmica

Nenhum organismo sobrevive por longo tempo sem um sistema imunológico capaz de identificar patógenos e reagir a agressões. Na gestão urbana de Ponta Grossa, a vigilância técnica — exercida pelo Iplan e pelas secretarias de fiscalização — atua como essa barreira defensiva.

EIV e a Vacinação contra Externalidades Negativas

O Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) funciona como uma vacina aplicada preventivamente em grandes empreendimentos. Antes que uma nova estrutura cause um 'processo inflamatório' no trânsito ou no saneamento local, o EIV prescreve medidas mitigadoras, como a doação de áreas de lazer ou a execução de melhorias viárias. Um exemplo prático é o empreendimento Campobello Gold, onde as contrapartidas garantiram benefícios diretos à comunidade, fortalecendo a saúde do tecido urbano circundante.

A fiscalização rigorosa de calçadas, terrenos baldios e obras irregulares serve para evitar a 'atrofia estética e funcional'. O IPLAN intensificou as inspeções para garantir que a cidade seja acessível, prevenindo a degradação dos passeios públicos que, em termos biológicos, seriam as 'vias capilares' do movimento de pedestres.

A Descentralização da Saúde como Resposta ao Envelhecimento

A dinâmica demográfica de Ponta Grossa indica um rápido envelhecimento da população, o que impõe novos desafios ao sistema de saúde pública. A criação de quatro policlínicas regionais é uma resposta imunológica estratégica para descentralizar o atendimento, reduzindo a carga sobre os hospitais centrais e levando o 'tratamento' para mais perto dos bairros. Esta ação ataca os sintomas de saturação do sistema e prepara o organismo para o horizonte de 2043, onde a longevidade dos cidadãos exigirá uma rede de suporte contínuo e eficiente.

Ciclo de Vida e Maturidade: O Masterplan 2043

O desenvolvimento de um organismo possui fases distintas: nascimento, crescimento, maturação e manutenção. Ponta Grossa encontra-se em uma fase de transição acelerada rumo à maturidade. O Masterplan 2043 é o instrumento que projeta a cidade em um ciclo de 20 anos, visando a consolidação de um ecossistema inteligente e sustentável.

Planejamento de Médio e Longo Prazo

Diferente dos ciclos políticos de quatro anos, que muitas vezes sofrem de 'miopia estratégica', o Masterplan 2043 estabelece três fases críticas: diagnóstico, plano estratégico e plano de ação. A primeira etapa já identificou as fragilidades (como a dependência ferroviária e os gargalos de drenagem) e as potencialidades (como o polo industrial e o potencial turístico).

O sucesso deste plano depende da convergência entre os diferentes instrumentos de planejamento, como o Plano Diretor e o Programa de Metas. A integração de metas ESG (Ambiental, Social e de Governança) garante que o crescimento não seja apenas quantitativo (aumento de população e PIB), mas qualitativo (melhoria no Índice de Desenvolvimento Humano e resiliência climática).

O Papel do Aeroporto Sant'Ana no Metabolismo de Trocas

Para que um organismo prospere, ele deve manter trocas saudáveis com o ambiente externo. O Aeroporto Sant'Ana atua como um 'portal de oxigenação', facilitando o fluxo de pessoas e mercadorias. O projeto de ampliação da pista de 1.430m para 2.500m de extensão permitirá a operação de aeronaves de médio e grande porte, transformando Ponta Grossa em um nó logístico de relevância nacional.9 Esta expansão é comparável ao aumento da capacidade pulmonar de um atleta, permitindo que a cidade suporte ritmos de desenvolvimento econômico muito superiores aos atuais.

Conclusões e Recomendações para a Longevidade Sistêmica

A análise da gestão urbana de Ponta Grossa sob a ótica biológica revela que a cidade está construindo uma infraestrutura resiliente, fundamentada em um banco de projetos técnico e em legislações modernas. A transição para o ano de 2043 exige que a homeostase entre o crescimento econômico e a preservação ambiental seja o norteador de todas as decisões públicas.

Síntese das Intervenções Necessárias

Para evitar a atrofia urbana e garantir a vitalidade do sistema até o seu centenário estratégico em 2043, as seguintes ações de manutenção metabólica são imperativas:

- Preservação da Memória Genética: O banco de projetos deve ser protegido contra descontinuidades políticas, garantindo que o conhecimento técnico acumulado seja a base para futuras gestões;

- Manutenção do Fluxo Circulatório: a conclusão dos corredores viários (Pedro Wosgrau, Antonio Saad) e a execução do bypass ferroviário são essenciais para evitar o enfarto logístico nos próximos 10 anos;

- Fortalecimento do Sistema Renal: a replicação do modelo de parques de absorção da Bacia do Rio Ronda para outras áreas críticas de alagamento consolidará Ponta Grossa como uma 'Cidade Esponja', preparada para eventos climáticos extremos;

- Imunização Digital e Fiscal: A manutenção da Nota A de capacidade de pagamento e a aceleração da digitalização dos serviços (Alvará Digital) são as garantias de que o organismo permanecerá ágil e imune à corrupção burocrática.

A integração entre o 'Plano de Metas 2025-2028' e o Masterplan 2043' assegura que o 'organismo Ponta Grossa' possua tanto as ferramentas táticas quanto a visão de longo alcance para se tornar referência nacional em desenvolvimento urbano equilibrado.

VÍDEO
Confira o vídeo explicativo do tema | Autor: Colaboração.

O futuro da cidade depende da capacidade de seus gestores e cidadãos de compreenderem que cada rua pavimentada, cada rio recuperado e cada lei modernizada são células de um mesmo corpo que, se bem cuidado, florescerá com saúde e vigor até 2043 e além".

Conselho da Comunidade

Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.

Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.

Leia abaixo um resumo do artigo

- O DNA do Planejamento (Projetos e Metas): o artigo apresenta o Banco de Projetos como o código genético da cidade. Sem projetos técnicos robustos, o município sofre de "atrofia", sendo incapaz de "metabolizar" recursos externos. O Programa de Metas 2025-2028 atua como os cromossomos dessa estrutura, transformando intenções políticas em indicadores técnicos mensuráveis para evitar obras paliativas (a famosa "meia-sola") e garantir a saúde do tecido urbano;

- Fisiologia Urbana (Circulação e Filtragem): a mobilidade é comparada ao sistema circulatório, onde os trilhos ferroviários atuais são vistos como "calcificações" que exigem intervenções como o bypass (contorno ferroviário) e "angioplastias" (viadutos). Já a drenagem, especialmente na Bacia do Rio Ronda, é tratada como a função renal: em vez de canalização em concreto, a proposta foca em "parques de absorção" que funcionam como rins naturais, filtrando a água e evitando o "infarto" das enchentes;

- Estrutura e Imunidade (Legislação e Governança): o novo Código de Obras é o esqueleto que sustenta o crescimento, substituindo uma legislação antiga com "osteoporose". A governança digital e a saúde financeira (Nota A) são o sistema nervoso, coordenando as ações com agilidade. Por fim, instrumentos como o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) agem como vacinas, prevenindo "processos inflamatórios" causados por grandes empreendimentos e garantindo a resiliência do organismo até 2043.

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