Trabalho lúdico, tecnológico e científico movimenta turma em Irati
Proposta que trabalhou questões do organismo e corpo humano teve uso de recursos digitais e aprimoramento do ensino no quinto ano B da Escola Professora Vilma Rossa Bartiechen, aproximando estudantes do conteúdo

O quinto ano B da Escola Municipal Professora Vilma Rossa Bartiechen, em Irati, da professora Gabriela Migon, desenvolveu uma atividade em Ciências com foco nas células, tecidos, órgãos e sistemas do corpo humano, com ênfase ao circulatório, respiratório e digestório.
“Sempre que possível, integramos o uso de tecnologias, como a televisão para exibição de vídeos e imagens, tornando as aulas mais dinâmicas, interativas e despertando a curiosidade das crianças. Destacamos que as participações feitas para o Jornal da Manhã, do Grupo aRede, no projeto Vamos Ler - Geração Digital, enviamos as propostas dessa disciplina”, aponta a docente.
A educadora cita que, como parte do processo avaliativo, organizado na escola em formato de provas e trabalhos, foi utilizada a plataforma ‘Kahoot!’ neste trabalho científico. Assim, construiu-se um quiz com 14 questões, com quatro alternativas cada e 20 segundos de resposta.
GALERIA DE FOTOS
“Inicialmente, os estudantes utilizaram os computadores da sala e, posteriormente, devido ao tempo, organizamos o uso de quatro dispositivos: os celulares da professora regente, da professora de apoio, da estagiária presente no dia, além do computador da sala, enquanto o notebook da professora era utilizado para conduzir o jogo”, elenca Gabriela.
A professora avalia a experiência como extremamente positiva, com os alunos demonstrando grande entusiasmo com o formato da avaliação, participando com envolvimento e interesse. Todos, segundo a docente, alcançaram resultados acima da média, mas com uma oferta de recuperação como oportunidade de aprimoramento e busca pela nota máxima.
“Destacamos também o caráter lúdico e interdisciplinar da proposta, que articulou Ciências e Educação Digital de maneira significativa. Além disso, foi possível observar um importante aspecto de inclusão: uma estudante com transtorno do espectro autista realizou a avaliação com autonomia, sendo a primeira a realizá-la. Ela demonstrou grande satisfação com a atividade, especialmente com seu avatar, e alcançou a nota máxima. Assim, a proposta evidenciou que a utilização de metodologias ativas e recursos tecnológicos pode favorecer não apenas a aprendizagem, mas também a participação, o engajamento e a inclusão de todos os estudantes”, conclui a educadora.
Acesse o blog escolar da Escola Professora Vilma Rossa Bartiechen clicando aqui.


























