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Matriz da Santa Rita de Cássia em PG ganha campanário

Sinos levam nome da padroeira e de seus santos de devoção

Padre Evandro explicou o significado e a tradição dos campanários.
Padre Evandro explicou o significado e a tradição dos campanários. -

Publicado por Camila Souza.

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Desde o último dia 18, quando o campanário da Paróquia Santa Rita de Cássia foi abençoado, três sinos soam todos os dias ao meio dia e às 18 horas, tradicionalmente, horário do Angelus, e também 30 e 15 minutos antes das missas celebradas na Matriz. O sino maior (com 75 quilos e de nota musical FA) é dedicado à padroeira, Santa Rita de Cássia; o sino intermediário dedicado aos santos de devoção de Santa Rita: Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino tem 56 quilos e nota musical SOL, e, o sino menor dedicado a São João Batista pesa 41 quilo e emite a nota musical LÁ.

“A função dos sinos é convocar e avisar o povo. São um convite à mística, à oração e à solidariedade. Quando eles tocam é como se a comunidade estivesse chamando a atenção de Deus para a sua oração e os seus pedidos. É um costume antigo o uso dos sinos na Igreja Católica. São usados desde o século V”, explica o pároco, padre Evandro Luis Braun. De acordo com o pároco, o campanário foi construído em novembro de 2023, pela equipe de José Alderi Soares, a partir de projeto do arquiteto Leonardo Mazur da Silva. “Com a ajuda do povo que colabora com o dízimo na Comunidade Matriz e após a aprovação do GAP (Grupo de Animação Paroquial) e Conselho de Assuntos Econômicos”, acrescenta.

Os sinos foram feitos por uma empresa de São Paulo e instalados nas torres nos dias 18 e 19. “Tradicionalmente os sinos recebem um nome. O maior é dedicado a nossa padroeira, os outros a santos da devoção de Santa Rita e o menor a São João Batista”, enfatiza padre Evandro.

Segundo informações da paróquia, o campanário faz parte de um pequeno complexo idealizado por padre Evandro, que contará ainda com praça de convivência, oratório e memorial. No memorial, haverá diferentes artefatos, uma pequena relíquia de Santa Rita e materiais antigos da primeira igreja, que poderiam se perder no tempo, mas estão sendo catalogados e serão colocados à disposição da comunidade, como um mini museu. O complexo está em fase de acabamento. Fica no piso inferior da antiga casa paroquial, que foi todo reformado. Tem a intenção de ampliar os espaços para convivência e de evangelização na comunidade por conta do número grande de fiéis.

Com informações: assessoria de imprensa.

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