Sindicato Empresarial de Hotelaria e Gastronomia vai a reunião em Brasília
Daniel Wagner, presidente do Sindicato, representou os Campos Gerais na mobilização do setor hoteleiro pela manutenção do Perse

Nesta semana, Daniel Wagner, presidente do Sindicato Empresarial de Hotelaria e Gastronomia dos Campos Gerais (SEHG), esteve em Brasília para representar a região dos Campos Gerais na mobilização do setor hoteleiro pela manutenção do Perse.
Junto à Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), qual é afiliado, o SEHG acompanhou a discussão sobre a decisão do Governo em extinguir o Programa. “O Perse foi criado durante a pandemia para ajudar o setor que ficou parado durante longos meses e tem dívidas do período”, comenta Daniel Wagner.
Entre os benefícios do Perse estão alíquota zero para impostos federais e parcelamento de débitos com redução de até 100% de juros e multas. “A batalha parece estar ganha, mas a nossa luta continua, pois, todo esse trabalho de sensibilização servirá para as votações futuras sobre o tema”, pontua o presidente.
A fala de Daniel tem relação ao recuo do Governo Lula em extinguir o Perse, isso porque o Ministro da Economia, Fernando Haddad, afirmou que encaminhará um Projeto de Lei para criação de um Programa mais enxuto.
MANIFESTAÇÃO - A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação esteve presente no evento e teve palavra no Senado Federal através de sua assessora jurídica, Drª Lirian Cavalhero, que abordou dos efeitos do Programa na hotelaria, gastronomia e eventos.
Segundo ela, “O Perse é um programa suprapartidário, é uma iniciativa que não é um projeto de Governo, é um programa de Estado para a manutenção de emprego e renda neste país”.
Ela ressalta que o Perse é essencial a todas as empresas abertas durante a pandemia e com lucro zero. “Agora, vocês imaginem cento e tantos quartos sem nenhum hóspede durante quase dois anos”, comenta.
Lirian reforça a continuidade dos empregos na pandemia, que permaneceram diante do risco da falta de mão de obra. “(...) pagou ou através da lei da manutenção ou através do Pronampe, e estão pagando isso até hoje. Portanto, elas têm dívidas até hoje a serem pagas. E sem o Perse, como é que se vão fazer o pagamento desta dívida? De onde esse dinheiro vai sair se elas ficarem paradas durante dois anos? (...) fomos os primeiros a fechar e fomos os últimos a abrir”, finalizou a advogada.
Com informações da assessoria.




















