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Professores mantêm atividades na greve das Universidades Estaduais

Além da UEPG, os professores e professoras e todas as sete Universidades Estaduais (UEL, UEM, Unicentro, Unioeste, Unespar, UENP e UEPG) estão em greve pela reposição da inflação que chega a 42%

O Comando Estadual de Greve amplia ações na Assembleia Legislativa do Estado para exigir a abertura de mesa de negociação com o governo
O Comando Estadual de Greve amplia ações na Assembleia Legislativa do Estado para exigir a abertura de mesa de negociação com o governo -

Da Redação

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Os docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) seguem mobilizados na segunda semana de greve. Na manhã desta quarta-feira, 24, ocorreu piquete nos campis Centro e Uvaranas. No período da tarde, na sede do Sinduepg acontece um painel da greve na UEPG para avaliar as condições de trabalho de professores temporários. A apresentação é da professora Kelen Bernardo (UEPG), que analisou o problema em tese de doutorado.

À noite as atividades mantêm os piquetes nos Campis Uvaranas e Centro. Além da UEPG, os professores e professoras e todas as sete Universidades Estaduais (UEL, UEM, Unicentro, Unioeste, Unespar, UENP e UEPG) estão em greve pela reposição da inflação que chega a 42%. Na quinta-feira a agenda conta com os piquetes e pela manhã e a noite nos dois Campis da UEPG. No período da tarde o Comando de Greve - que é aberto à participação de todos Professores - avalia as ações do movimento pelos direitos docentes.

Negociação com o Governo

O Comando Estadual de Greve amplia ações na Assembleia Legislativa do Estado para exigir a abertura de mesa de negociação com o governo. No início desta semana, na segunda e terça-feira, representantes docentes do Andes S/N estiveram em Curitiba tentando mais uma rodada de negociação com o governo.

Os professores Marcelo Bronoski e Cíntia Xavier, representando o Sinduepg, participaram de reuniões com deputados. “O comando estadual de greve esteve em Curitiba tentando a abertura de uma mesa de negociação com o governo que há sete anos não dá reposição salarial e a defasagem chega hoje à 42%. O governo anunciou 5.79% e no momento esse índice é considerado insuficiente para a categoria. A rodada de conversa com os deputados foi no sentido de achar uma solução para esse impasse uma vez que o governo disse que não quer negociar conosco mais uma vez”, relata a professora Cíntia Xavier.

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