Prolar busca alternativas para implantar projetos

Ponta Grossa

10 de julho de 2020 13:18

Afonso Verner


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Prolar, presidida por Deloir Scremin Junior, busca alienar (vender) cerca de 260 lotes Foto: aRede
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Companhia lançará editais para vender 260 lotes e busca arrecadar R$ 4,6 milhões. Intenção é usar recursos para construir novo loteamento

A Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar) tem buscado alternativas para fazer caixa e seguir com os projetos habitacionais mesmo diante da pandemia. A Prolar, presidida por Deloir Scremin Junior, busca alienar (vender) cerca de 260 lotes na tentativa de fazer caixa e conseguir avançar nos projetos habitacionais encabeçados pela Companhia.

Nesta sexta-feira (10), o presidente da Prolar visitou a redação do Jornal da Manhã e do portal aRede e concedeu uma entrevista sobre as ações da companhia. “Neste período de pandemia, temos buscado alternativas para conseguir seguir enfrentando os desafios econômicos e estruturais. Nossa intenção é alienar esses lotes através de edital público e conseguir usar o recurso em outra obra”, afirmou Deloir. 

Segundo o presidente da Prolar, a venda dos lotes alienados permitiria que a Prolar arrecadasse cerca de R$ 4,7 milhões. “Nossa intenção é utilizar esse recurso para estruturar um loteamento com 40 lotes, com toda a estrutura necessária”, explica Deloir. De acordo com o presidente da Prolar, esses lotes poderiam ser vendidos a um preço social pela Companhia.

Durante a sabatina realizada no portal aRede, Deloir também comentou sobre as ações de regularização fundiária realizadas pela Prolar. “Temos nos esforçado para avançar nesse processo tão importante do ponto de vista social. A regularização fundiária é fundamental para levar dignidade a famílias que moram há anos nesses locais”, explica Deloir.

Recentemente a Prolar confirmou a regularização fundiária de várias unidades habitacionais, algumas delas construídas pela própria Prefeitura no começo dos anos 2000. “Dentro da Companhia dividimos os casos de regularização pelo nível de complexidade e optamos por começar por aquelas situações mais simples do ponto de vista jurídico”, explica o presidente. 

Segundo Deloir, a expectativa é que a regularização fundiária siga sendo o “carro chefe”  da Prolar neste período de pandemia. “Neste momento, o Governo Federal tem focado em dar suporte à população e aos empresários de outras formas e as verbas para construção de novas moradias estão em um segundo plano. Por isso, optamos por focar na regularização neste momento”, contou.

Suspensão do pagamento dos mutuários

Com o início da pandemia da covid-19 e os consequentes impactos econômicos, a Prolar suspendeu o pagamento das parcelas. Com isso, o cenário é de que as parcelas passem a ser retomadas no mês de outubro. “Decidimos suspender o pagamento obrigatório sabendo que as pessoas das classes mais baixas são aquelas que mais sofrem com os impactos financeiros e a Prolar tem, antes de tudo, um caráter um social”, explicou o presidente da Companhia, Deloir Scremin. 

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