Professora lança cartilha sobre Neuroaprendizagem

Ponta Grossa

28 de maio de 2020 20:40

Da Redação


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A Diretora das Relações Institucionais do Cescage e Colégio Vila Militar Cescage, Prof. Dra. Érika Zanoni Fagundes Cunha é a autora da cartilha Foto: Divulgação
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O estudo mostra o avanço e perspectiva da continuidade do aprendizado por meio da educação a distância. 

Durante o isolamento social do novo Coronavírus a Diretora das Relações Institucionais do Cescage e Colégio Vila Militar Cescage, Prof. Dra. Érika Zanoni Fagundes Cunha, escreveu uma cartilha sobre Neuroaprendizagem no contexto da Pandemia. O estudo mostra o avanço e perspectiva da continuidade do aprendizado por meio da educação a distância. 

Milhares de estudantes e professores foram forçados a ficar em suas casas como medidas de prevenção no enfrentamento a doença da Covid-19. Segundo a autora o material tem como objetivo fornecer informações sobre o desenvolvimento das funções executivas nas crianças, nos adolescentes e adultos, do mesmo modo que visa compartilha ideias criativas e sugestões de plataformas para facilitar a consolidação da memória.

 “Professores, pedagogos, administradores e os alunos tiveram que se adaptar a nova realidade. Todos foram desafiados a despertar o interesse dos alunos aos novos métodos e fazer com que continuassem aprendendo. Os docentes tiveram também que ter a coragem de enfrentar o medo do desconhecido e usar ferramentas tecnológicas quando ainda operavam em modo analógico. Neste momento de Pandemia campo do saber acadêmico ultrapassa totalmente as barreiras do “tradicionalismo”, e avança, em tempo recorde para um universo tecnológico e virtual”, diz a autora. 

A professora Érika Zanoni Fagundes Cunha é doutora pela UFPR, pós graduanda em Neurogestão e possui experiência na área de comportamento, atuando com neurogestão, neurociência, estresse, transtornos mentais, intervenções assistidas por animais e meio ambiente. 

A especialista em neurogestão revelou que a pandemia do novo coronavírus está revolucionando a forma de educar. “Embora o estresse seja fundamental para a sobrevivência, o estresse crônico está fortemente relacionado a vários distúrbios cerebrais, incluindo depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático e distúrbios de aprendizagem. É preciso, portanto conhecer quais os efeitos do estresse na cognição e correlacionar sinais como distração, proclastinação e apatia com estresse crônico”, contou. 

O estudo trouxe informações sobre exercícios físicos, terapias, alimentação e programas digitais que auxiliam na cognição e atenção dos estudantes.  “O risco de morte iminente, a preocupação com as finanças, a busca por uma aprendizagem de qualidade não podem ser maiores que a nossa esperança e de compreender que o ensino-aprendizagem de conteúdos em geral é sim fundamental para uma educação de qualidade. Entretanto, tudo isso não pode ser maior do que nossa empatia e sabedoria de entender que  não estimular o lado afetivo, não tratar traumas, não cuidar do emocional, é algo tão mortal como as complicações causadas pela Covid-19”, finalizou.

Com informações da Assessoria de Imprensa.

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