Procon verifica preços abusivos em estabelecimentos

Ponta Grossa

25 de março de 2020 21:36

Da Redação


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Foto: Divulgação
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Ação de fiscalização está sendo realizada por cerca de 15 colaboradores do Procon

O Procon de Ponta Grossa está acompanhando o movimento de alteração dos preços de produtos em estabelecimentos comerciais no município. A ação é válida não somente para a variação dos preços do álcool em gel, que há mais tempo já estão sendo verificados, mas de uma lista com cerca de 100 itens. Isso ocorre neste período das medidas adotadas pelos governos estadual e municipal, diante da evolução dos números do coronavírus (Covid-19).

A medida tem o objetivo conter o aumento dos preços abusivos dos produtos, desde o momento em que filas se formaram em mercados e um grande volume de certos produtos específicos foram adquiridos. Com todo esse movimento de mercado e a escassez de produtos nas gondolas e prateleiras, demandando de uma movimentação maior de produtos aos mercados, houve uma inflação, pela famosa lei da oferta e da procura. Porém, isso é algo que vem não dos mercados, mas desde atrás da cadeia de produção e distribuição, o que é verificado pelo órgão. 

“O Procon verificou, sim, o aumento no preço do leite, no ovo, no papel higiênico. Estamos fazendo o levantamento de mais de 100 itens, que poderiam haver aumentos abusivos. Mas ainda é muito cedo para confirmar ou atestar a informação. Em levantamento prévio, identificamos que os mercados estão repassando aquilo que está vindo mais caro das fábricas, importadores e distribuidores”, informou Leonardo Werlang, coordenador do Procon em Ponta Grossa, exemplificando o preço do leite, que teve uma alta superior a R$ 1 desde o fornecedor. “Estamos solicitando as notas ficais de compra e venda dos mercados”, completa.

Por esse motivo, o pedido do Procon é que os consumidores não façam busca desenfreada pelos produtos. Assim, o consumo volta ao normal e os preços deverão baixar. “O Procon tem entrado em contato com associações de supermercados para verificar o abastecimento, e todas elas afirmam que não vai haver desabastecimento”, destacou. Ele orienta que se o consumidor observar algum preço abusivo, deve informar ao Procon.

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