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Filha de Tom Hanks revela infância violenta ao lado da mãe

Segundo Elizabeth, sua infância foi marcada por confusão, violência e privação, enquanto viveu ao lado da mãe

A escritora Elizabeth Hanks é filha do ator Tom Hanks
A escritora Elizabeth Hanks é filha do ator Tom Hanks -

Publicado Por João Iansen

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A escritora Elizabeth Hanks, fruto do casamento entre o ator Tom Hanks e a atriz Samantha Lewes (1952-2002), deu detalhes em novo livro sobre como foi a infância vivendo com a mãe. Segundo Elizabeth, sua infância foi marcada por confusão, violência e privação, enquanto viveu ao lado da mãe.

Tom Hanks teve ao todo quatro filhos, o primogênito, Colin (46 anos), e Elizabeth (42), são fruto do relacionamento do astro com Samantha Lewes, que morreu em 2002, quando os dois já estavam separados. Tom Hanks se casou uma segunda vez com a atriz Rita Wilson, com quem teve mais dois filhos, Chet (34 anos) e Truman (29 anos).

Segundo Elizabeth, ela tem poucas lembranças da vida com os pais casados. Ela nasceu em 1982, três anos antes do divórcio dos dois, o que a impediu de ter lembranças dos dois juntos com ela.

“Minhas únicas lembranças de meus pais no mesmo lugar ao mesmo tempo são a formatura do ensino médio de Colin e depois a minha”, relembrou ela em entrevista à revista People.

Ela também encontrou apenas uma imagem de quando era pequena e estava ao lado dos pais. Na foto, a peruca da mãe estava “ligeiramente torta”. Samantha Lewes morreu em 2002 após uma batalha contra o câncer nos ossos.

Isso porque Samantha decidiu se mudar com os filhos, deixando Los Angeles por Sacramento logo depois do divórcio. Tom Hanks só teria descoberto a mudança quando foi buscar os filhos na escola.

Elizabeth conta que eventualmente um acordo de custódia foi feito e ela visitava o pai e a madrasta nos finais de semana e durante as férias de verão. Entretanto, boa parte de sua infância ficou marcada por confusão, violência, restrição e amor. A escritora acredita que a mãe era bipolar, com episódios de paranoia extrema e delírio, mas que nunca recebeu um diagnóstico.

À medida que a saúde mental da mãe de Elizabeth se deteriorou, a situação na casa começou a piorar.

“O quintal ficou tão cheio de cocô de cachorro que era impossível andar por lá, a casa fedia a fumaça. A geladeira estava frequentemente vazia ou cheia de comida estragada, e minha mãe passava cada vez mais tempo em sua grande cama, imersa na leitura da Bíblia”, relembrou a escritora também.

Com informações: Metrópoles.

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