O ser engraçado virou obrigação nos programas esportivos

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20 de fevereiro de 2020 05:00

Da Redação


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Foto: Divulgação
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Desde 2009, quando Tiago Leifert assumiu o “Globo Esporte”, os programas esportivos adotaram uma maneira diferente de se apresentar, com maior leveza e descontração.

No entanto, verifica-se que, com o passar do tempo, aquilo que o Tiago fez tão bem até a sua saída para o entretenimento, acabou se transformando quase numa regra que a maioria deve seguir, com os exageros que são consequentes. Hoje parece que é quase uma obrigação todos serem engraçados, pitorescos e informais. Uma suposta ironia, que deveria ser exceção, virou regra.

Lucas Gutierrez, por exemplo, que é muito bom e há muito vinha merecendo uma melhor oportunidade, agora no “Segue o Jogo” assumiu essa obrigação de ser brincalhão em tempo integral. O meio termo é sempre a melhor saída. Nem engessado e nem exagerado. Certeza que quando encontrar o ponto terá resultados muito melhores. Vai por mim, não força.

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