Renato Feder recusa convite de Bolsonaro para assumir o MEC

Cotidiano

05 de julho de 2020 21:32

Da Redação


Relacionadas

WhatsApp ganha recurso de verificação de mensagem

Paraná já conta com R$ 200 milhões para compra de vacinas

Confiança do empresário sobe pelo terceiro mês seguido

Mourão manifesta preocupação com incêndios na Amazônia
Mercado acredita em redução da taxa Selic nesta semana
Divulgado calendário do auxílio emergencial de quem contestou
BNDES terá mais recursos para recuperação de resíduos sólidos
Foto: Divulgação
PUBLICIDADE

Secretário Estadual de Educação usou as redes sociais para comunicar a decisão

Renato Feder, secretário estadual de Educação do Paraná, disse nas redes sociais neste domingo (05) que recusou o convite de Bolsonaro para assumir o Ministério da Educação.

Feder pontuou que conversou com o presidente na quinta-feira (02), ocasião em que foi convidado para assumir a vaga deixada por Abraham Weintraub, que se exilou nos Estados Unidos temendo ser preso pela PF após acusar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação”, declarou Feder no Twitter.

Feder também disse que deixou o comando da Multilaser (empresa do setor de tecnologia) em 2018. Ele ainda se defendeu, dizendo que não é filiado a qualquer partido político e também negou a divulgação de livros com ideologia de gênero pela Secretaria da Educação e do Esporte do Paraná em sua administração.

Antigamente, o secretário defendia a privatização do ensino público e a extinção do MEC. Ele disse não ter mais essa visão.  Em 2007, Feder escreveu ao lado de Alexandre Ostrowiecki o livro ‘Carregando o Elefante – como transformar o Brasil no país mais rico do mundo’, no qual defendeu essas questões.

“Tenho convicção de que a minha missão de vida é ajudar na educação do nosso país, sinto-me feliz fazendo esse trabalho e podendo devolver ao Brasil um pouco das bênçãos que recebi na vida”, salientou Feder.

PUBLICIDADE

Recomendados