Justiça nega prisão domiciliar para Edison Brittes

Cotidiano

26 de março de 2020 20:30

Da Redação


Relacionadas

Professora coloca deveres em 'varal' para alunos estudarem

Estados podem entrar em fase de acelerada da Covid

Paraná registra sétima morte por Coronavírus

Curitiba tem 12 pacientes internados em estado grave
Brasil tem 72 mortos em 24h e mais de 10 mil casos
Forças Armadas ampliam produção de álcool e cloroquina
Idoso de Cianorte é a 6ª vítima de Coronavírus no PR
O pedido de prisão domiciliar foi feito como medida de prevenção ao novo coronavírus Foto: Reprodução/Bem Paraná
PUBLICIDADE

O pedido de prisão domiciliar foi feito como medida de prevenção ao novo coronavírus

A Justiça indeferiu o pedido da defesa de Edison Brittes, réu confesso pela morte do jogador Daniel Correia Freitas. O pedido de prisão domiciliar foi feito como medida de prevenção ao novo coronavírus. Brittes está preso preventivamente desde novembro de 2018.

Porém, o pedido foi negado pela Justiaça na quarta-feira (25). No despacho, a juíza Luciani Regina Martins de Paula diz que entende as medidas recomendadas sobre o coronavírus no sistema carcerário. "Dentre as medidas, está a prisão domiciliar (com ou sem monitoração eletrônica) para os presos que atualmente estão em regime fechado e que pertencem aos grupos de risco/vulnerabilidade (idosos; diabéticos; hipertensos; cardíacos; portadores de insuficiência renal, doença respiratória ou HIV; pessoas diagnosticadas ou em tratamento de tuberculose, pneumonia, câncer ou doença preexistente que indique suscetibilidade maior de agravamento do estado de saúde pelo contágio do COVID-19; e pessoas que fazem uso de imunodepressores), podendo se estender o benefício aos demais presos por crimes cometidos sem violência ou grave ameaça".

"Neste ponto, nota-se que o requerente, ao menos por ora, não pertence aos grupos de risco, bem como está preso pela suposta prática de crime violento. Ou seja, para a situação em que o requerente se encontra, não existe recomendação no sentido de substituição da custódia cautelar por prisão domiciliar, cabendo essa, sim, a outros presos, o que surtirá, consequentemente, efeito positivo na contenção da propagação do vírus nos estabelecimentos prisionais", diz a decisão.

A defesa técnica de Edison Brittes Júnior recebeu com naturalidade e respeito a decisão da Justiça, mas reforça o registro da importância de medidas preventivas a propagação do COVID 19, em especial nas unidades prisionais do país, foco de preocupação das autoridades sanitárias e da comunidade científica mundial. 

Com informações do portal Bem Paraná

PUBLICIDADE

Recomendados

IVC Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização