Operação da PF combate suspeitos de fraudar licitações

Cotidiano

30 de janeiro de 2020 08:03

Da Redação


Relacionadas

EAD ganha impulso com a suspensão das aulas

Curitiba reforça limpeza dos 22 terminais de ônibus

Paulo Guedes diz que, como cidadão, prefere isolamento

Aniversário de Curitiba tem soar de sinos e oração pelo fim da pandemia
Sobe para 152 o número de infectados pelo coronavírus no Paraná
Ônibus fica destruído após bater contra poste em Curitiba
Bolsonaro contraria Ministério da Saúde e faz tour pelas ruas
PUBLICIDADE

São 75 policiais federais e seis auditores da Controladoria Geral da União (CGU) que cumprem os mandados em Curitiba, Piraquara, Guaratuba, Balneário Camboriú (SC) e São Paulo (SP)

A Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta quinta-feira (30), 22 mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de fraudar licitações. São cerca de 75 policiais federais e seis auditores da Controladoria Geral da União (CGU) que cumprem os mandados em Curitiba, Piraquara, Guaratuba, Balneário Camboriú (SC) e São Paulo (SP).

A investigação teve início em 2015, segundo a PF, a partir da suspeita de que empresas de um mesmo grupo estariam atuando mediante ajuste, prejudicando a concorrência em licitações promovidas pelo Poder Público, principalmente para a compra de eletrônicos.

No inquérito policial, identificou-se que algumas das pessoas jurídicas funcionavam no mesmo endereço e pertenciam aos mesmos proprietários, a indicar que empresas fictícias atuavam candidatando-se simultaneamente no mesmo certame, a fim de viabilizar que uma delas se sagrasse vencedora, com possibilidade de manipular os preços.

Segundo dados da CGU, entre 2010 e 2019, as empresas participantes do grupo firmaram contratos com o Poder Público em valores que ultrapassaram 60 milhões de reais.

A operação foi denominada de Epagoge, que em grego significa indução, ou induzir o pensamento de alguém.

Informações Banda B;

PUBLICIDADE

Recomendados

IVC Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização