Wesley Batista, presidente da JBS, é preso pela PF

Cotidiano

13 de setembro de 2017 08:54

Da Redação

  • Comentários
    0 compartilhados
  • Imprimir

Relacionadas

Governo avalia se irá ou não adotar o horário de verão

46 mil benefícios de auxílio-doença poderão ser reativados

Câmara aprova alterações do Fundo Penitenciário Nacional

Tragédia na BR-277 deixa dois mortos e seis feridos
STF concluirá hoje julgamento sobre 2° denúncia contra Temer
PR segue entre os estados mais competitivos do país
Corpo é achado fora do túmulo e polícia apura sexo com cadáver
As ações fazem parte da 2ª fase da Operação Tendão de Aquiles/Foto: Reprodução/Da Redação
PUBLICIDADE

Além da prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva de outro dirigente da empresa

A Polícia Federal (PF) prendeu preventivamente o diretor-presidente da JBS, Wesley Batista, na manhã de hoje (13) na capital paulista. Além da prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva de outro dirigente da empresa, cujo nome ainda não foi confirmado.

As ações fazem parte da 2ª fase da Operação Tendão de Aquiles. Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, a pedido da PF, que investiga o uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro entre 24 de abril e 17 de maio deste ano. Nesse período, foram divulgadas informações relacionadas a acordo de colaboração premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República.

A investigação apura ordens de venda de ações de emissão da JBS S/A na Bolsa de Valores pela empresa controladora, a FB Participações S/A, e a compra dessas ações em mercado, por parte da empresa JBS S/A. Com as irregularidades, o mercado era manipulado, fazendo com que os acionistas absorvessem parte do prejuízo gerado pela baixa das ações.

Outra situação foi a intensa compra de contratos de derivativos de dólares pela JBS S/A, em desacordo com a movimentação usual da empresa, que se favoreceu com a alta da moeda norte-americana após o dia 17.

Os suspeitos poderão responder por crime de uso de informação relevante, ainda não divulgada ao mercado, para propiciar vantagem indevida com valores mobiliários. As penas variam de um a cinco anos de prisão e multa de até três vezes o valor da vantagem ilícita obtida.

Informações Agência Brasil

PUBLICIDADE
COMENTÁRIOS
AVISO: O portal aRede não se responsabiliza pelos comentários, opiniões, depoimentos, mensagens ou qualquer outro tipo de conteúdo. Seu comentário passará por um filtro de moderação. O portal não se obriga a publicar caso não esteja de acordo com a política de privacidade do site.
IVC Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização